— Nós a ensinamos a se vestir de forma conservadora, mas nunca a julgar.
A madrasta então fez a garota ler vários artigos sobre gosto para se vestir e levou Kaylee a um brechó. Lá, sugeriu que ela provasse roupas apenas de brincadeira, mas no final, comprou as peças.
— Eu queria que ela realmente experimentasse o constrangimento que provocou em alguém ao vestir uma roupa que não queria. A ideia não era comprar as peças por preço, mas sim as que ela detestou.
No dia seguinte, a garota foi à escola com um casaco que cobria seu corpo até o pescoço. A madrasta, no entanto, havia tirado uma foto do dia anterior para postar no Facebook.
A madrasta quis ainda dar o exemplo aos outros pais, e fez com que Kaylee fosse ao jogo de futebol com o pai vestindo roupas bregas.
Olsen conta que Kaylee ficou tão constrangida no dia em que sofreu bullying que chamou a garota que ela caçoava para pedir desculpas. O pai e a madrasta, porém, guardaram as roupas bregas para caso precisem um dia.
Fonte:R7